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Início Política

MOBILIZAÇÃO

Trabalhadores da educação de Belo Horizonte protestam contra escala 6×1 e decidem entrar em greve

Manifestação reuniu mais de 3 mil terceirizados; defasagem salarial de porteiros e vigias escolares é de 9% e 15% 

13.fev.2025 às 00h30
Atualizado em 14.fev.2025 às 00h30
Belo Horizonte (MG)
Redação

Contratados pelas empresas MGS e Caixas Escolares, eles denunciam as más condições de trabalho e de salário - Foto: Maxwell Vilela/SindUTE/MG

As ruas do Centro de Belo Horizonte (MG) foram tomadas nesta quarta-feira (12) por mais de 3 mil trabalhadores terceirizados das escolas da capital mineira, em protesto pela redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1, sem redução dos salários. Após a manifestação, em assembleia, eles aprovaram a deflagração de uma greve, a partir do dia 24 deste mês.

Contratados pelas empresas MGS e Caixas Escolares, eles denunciam as más condições de trabalho e de salário. Além disso, cobram maior seriedade da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), sob gestão de Fuad Noman (PSD) e Álvaro Damião (União Brasil), nas negociações com a categoria.

Segundo o movimento, representantes da PBH afirmaram não ter tido tempo hábil para elaborar uma proposta de acordo, porém, os trabalhadores estão em diálogo com o Executivo municipal desde dezembro do ano ado.

Diante do argumento da prefeitura, eles optaram por iniciar a greve apenas na próxima semana, para que a PBH não apresente mais a falta de tempo como justificativa para a lentidão das negociações.

"Colocamos muitos trabalhadores nas ruas da cidade e isso mostra a insatisfação frente às condições de trabalho a que estamos submetidos. Nossas pautas são importantes e necessárias", destaca Sérgio Vitor, diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sind-Rede).

Reivindicações

Entre os trabalhadores terceirizados estão cantineiras, profissionais da limpeza, porteiros, monitores e apoio aos educandos com deficiência, essenciais para o pleno funcionamento das escolas. Um levantamento do sindicato indica que para os porteiros e vigias escolares, por exemplo, a defasagem salarial está entre 9% e 15%, em relação a outros profissionais da MGS que exercem a mesma função.

Além do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais, eles reivindicam reajuste com recomposição da inflação mais 10% de ganho real, equiparação salarial com os demais trabalhadores da MGS que exercem funções similares em outros setores e reajuste diferenciado para os cargos de apoio ao educando.

Na próxima segunda-feira (17), eles farão uma plenária, na quinta-feira (20), uma nova assembleia e, caso não avancem as negociações com a prefeitura, a greve inicia no dia 24. "É por vida além do trabalho", disse a vereadora Iza Lourença (Psol), nas redes sociais, em apoio à mobilização.

"Você estão fazendo a revolução em nossa cidade. É um exemplo para o Brasil. Jornada 6×1 é escravidão, é injustiça", comentou o vereador Bruno Pedralva (PT), durante a manifestação.

Editado por: Elis Almeida
Tags: jornada de trabalho
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